WP Batalha Final 7 – Antevisão e Prognósticos
Há 10 horas
A PAIXÃO DO FUTEBOL
Quanto a Leonardo Jardim, apresentou-se mais contido na conferencia de imprensa referindo que é apenas mais um jogo: "Para o SC Braga é simplesmente mais um jogo do campeonato, que vale apenas três pontos, como vão valer os outros cinco. Nós teremos sempre o mesmo respeito por qualquer adversário, queremos sempre ter uma atitude de vitória e o objetivo de vencer". Depois, Jardim referiu que a sua equipa pode contrariar a tradição, pois a sua equipa só venceu uma vez na Luz a quando do ano de 1954 : "Este ano já vencemos em Inglaterra e nunca ninguém tinha conseguido, podemos matar mais um borrego, como se diz na gíria futebolística. Mais importante é a performance para justificar o objetivo que pretendemos", assumiu, ambicioso, o treinador dos minhotos.
A primeira parte não têm muito que se diga. Foi um primeiro tempo muito monótono, sem grande história, onde a intensidade de jogo foi muito baixa e onde não houve praticamente lances perigosos. Uma prova disto, é que o primeiro remate dos leões à baliza adversário apenas surgiu à passagem do minuto 30, por intermédio de Daniel Carriço.
Porém, na segunda parte, o Sporting embalou para uma notável exibição. A atitude e a velocidade, foram dois factores importantes na mudança de qualidade de jogo da equipa leonina. Esta velocidade de jogo ficou bem patente no golo do Sporting pois foi através de uma manobra ofensiva rápida, conduzida por Capel e finalizada por Izmailov, que o Sporting inaugurou o marcador. Foi aos 51 minutos, que o marcador se desbloqueou. O Sporting continuou com a mesma mentalidade o que iria "dar frutos" novamente. Aos 64 minutos, Insúa de livre directo, ampliou a vantagem. Todavia, a partir do minuto 69 o Sporting começou a decair, muito devido à saída de Carriço. O central adaptado a médio foi fundamental no "xadrez" de Sá Pinto, e bloqueou todas as investidas ucranianas. Nos últimos tempos deste encontro, o Metalist carregou e teve várias oportunidades para marcar mas aí, valeu Rui Patrício. O guardião leonino só não aguentou mesmo o penalti cobrado por Cleiton Xavier aos 91 minutos.
É uma noticia avançada há pouco tempo. Bruno Moura pediu a demissão do comando técnico do Santa Clara. Tudo indica que o direcção açoriana já aceitou a demissão e que até já está sendo comunicado aos jogadores a mudança de técnico. O jovem treinador de 34 anos, demitiu-se no final do treino desta Terça-Feira devido aos maus resultados. Recorde-se que depois de ter alcançado o segundo lugar à 10.ª jornada, o Santa Clara entrou em queda na tabela classificativa, pois nos catorze jogos seguintes só venceu dois e empatou quatro, somando no total dez pontos em 42 possíveis. As últimas três derrotas realçaram a crise de resultados dos açorianos, e os "encarnados" de Ponta Delgada já só esta a três pontos da zona de despromoção, o que levou ao pedido de demissão apresentado por Bruno Moura.
Durante a primeira parte, o Benfica foi sempre mais equipa. Os "encarnados", empurrados pelo fantástico ambiente do Inferno da Luz, mostraram mais disposição, e tiveram sempre mais bola. Esta posse de bola, resultou em que maior parte deste primeiro tempo fosse disputado no meio campo do Chelsea. Apesar disto, o Benfica não entrava em loucuras ofensivas, nem nada que se pareça. Logo não criava lá muito perigo junto à baliza de Cech, e isto também devido à rigidez tatica e à contenção dos blues. A muralha inglesa era difícil de penetrar e quando foi penetrada, o golo foi sempre evitado. O Chelsea só acordou na recta final do primeiro tempo, mas ai Artur Moraes deu conta do recado.
Na segunda parte, o Benfica até entrou mais fulgurante, criando perigo junto à baliza inglesa. Primeiro foi Cardozo, que viu o golo negado por David Luiz em cima da linha. O Segundo foi Jardel, que viu a sua tentativa morrer nas mãos de Cech. O Benfica estava forte e viu o árbitro do encontro negar um penalti por mão de Terry, a favor da equipa portuguesa. O Chelsea pouco fazia, mas dos nada, esteve mesmo muito perto do golo. Num pontapé de baliza de Peter Cech, a defesa benfiquista adormece, e Juan Mata aproveita, desviando Artur mas acertando no poste. O Benfica bem tentava, mas pouco conseguia. O Chelsea mostrava-se satisfeito com o empate, e mais satisfeito ficou à passagem do minuto 75. Num contra-ataque rápido (era só assim que o Chelsea arriscava), Ramires passa normalmente por Emerson entrega a Torres, que ultrapassou mortalmente Jardel, e entregou Kalou que apenas teve de encostar. Com o golo sofrido, o Benfica desorientou-se, não conseguindo reagir. Quando organizou-se já era tarde e acabou mesmo por perder injustamente este encontro.![]() |
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O Braga recebeu e venceu a Académica por 2-1, passando assim para a liderança isolada da Liga Zon Sagres.
E que melhor para mudar isto do que Aimar ? Pois, dificilmente não se arranjaria melhor. Com o argentino, o Benfica subiu ligeiramente de rendimento, entrando com outra disposição, mas ainda assim não deu. O mesmo Aimar que vinha salvar, iria por praticamente as aspirações encarnadas por um canudo. Isto, porque o "mago" argentino, levou vermelho directo depois de ter pisado Rui Duarte. Houve balburdia, e Aimar foi para a rua. As coisas tornavam-se mais complicadas para o Benfica. Até ao final do jogo, os "encarnados" bem tentaram, mas nem mesmo com Saviola e Rodrigo conseguiram. O Benfica lutava mais com o coração do que a cabeça, as bolas era bombardeadas para a área algarvia, mas Mauricio limpava tudo. De destacar, que a poucos segundos de acabar o encontro, Saviola teve uma excelente oportunidade para marcar, mas Fabiano manteve o marcador empatado.
Hoje jogou-se o "outro" dérbi do Minho, com o vencedor a ter direito a estar na final da Taça da Liga onde já estava o Benfica. Gil Vicente e Braga proporcionaram um bom espectáculo, que só foi decidido nos penaltis. Nesta lotaria, foi a equipa de Barcelos que venceu.
Quanto ao jogo, o Benfica teve um inicio fulgurante, deixando o Porto sem resposta. Prova disto, é o facto de o Benfica ter inaugurado o marcador com apenas 4 minutos de jogo: depois de uma excelente jogada no corredor direito, Maxi Pereira isola-se, e fuzila autenticamente Bracalli.Estava feito o primeiro do jogo. Porém, o Porto reagiu bem, e passados apenas 4 minutos os dragões reestabeleciam a igualdade no marcador. Golo este marcado por Lucho, com a bola a tabelar num jogador "encarnado", e assistido por Hulk, que teve toda a liberdade no corredor direito. Este tento da igualdade teve impacto diferente em ambas equipas. O Porto empolgou-se e foi para a frente, enquanto que o Benfica ficou estático, cometendo uma serie de erros infantis (era notório a falta de ritmo de Capdevila, que muito suspirava na tentativa de travar Hulk), o que muito ajudou para o domínio portista nesta fase do encontro. Esta superioridade resultou em golo, quando Mangala livre de marcação cabeceou forte para o fundo das redes benfiquistas. Ainda nem 20 minutos de jogo estava, e o Porto já tinha dado a volta ao marcador. Por esta altura, o Benfica só incomodava de bola parada e foi através de um lance deste tipo que só a sorte abençoada salvou a equipa portista de sofrer golo. Foi aos 33 minutos, quando Aimar cobra um livre para a área e surge um grande cabeceamento de Luisão com a bola a esbarrar na barra. No seguimento do lance, o mesmo Luisão num remate esforçado atirou novamente aos ferros, desta feita foi o poste direito de Bracalli que salvou os dragões. A partir deste momento, o Benfica acordou e obrigou o Porto a passar por momentos de grande aperto. Aos 37 minutos, Aimar de livre directo volta a colocar a bola no ferro. E, quando os benfiquistas já suspiravam pela falta de sorte, eis que surge o golo "encarnado". Foi Nolito, aos 42 minutos, que empatou o jogo a dois golos, resultado com que iria acabar este fantástico e emotivo primeiro tempo.
Se a primeira parte tinha sido de grande intensidade e espectáculo, o mesmo não se pode dizer do segundo tempo. Não houve grande história nesta segunda parte: o Porto tinha mais bola, mas nada conseguia fazer com ela. Por outro lado, o Benfica, inteligente, apostava no contra-ataque, sendo que era a equipa que mais perigo criava. Mesmo assim, o perigo era muito reduzido, e o jogo ia decorrendo assim, pachorrento. Quando já pairava os fantasmas dos penaltis, no Estádio da Luz, eis que surge Cardozo a resolver o jogo. Tinha entrado à pouco tempo, quando depois de galgar ainda um bom bocado de terreno, "Tacuara" não facilitou e finalizou gloriosamente para o fundo das redes adversárias. Era a explosão de alegria, que contagiou todos, inclusive os jogadores do Benfica que empolgados com o golo ainda fizeram com que o perigo rondasse a baliza de Bracalli. Nos minutos finais, o Porto ainda tentou, mas o Benfica não cedeu, e garantiu a passagem à final da Taça da Liga.![]() |
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Impressionante ! Este Santa Clara, esteve o campeonato todo em posição calma, nem para cá nem para lá, mas em poucos jornadas os pontos escassearam e a verdade é que actualmente os "encarnados de Ponta Delgada" estão mais perto do último lugar do que o primeiro. Desta vez foi o Desportivo das Aves que levou a melhor sobre a turma de Bruno Moura, em pleno estádio de São Miguel. O inicio estonteante da equipa forasteira, muito contribuiu para a apatia do Santa Clara: logo aos 2 minutos, Pires inaugurava o marcador. A equipa açoriana nunca foi capaz de reagir, faltando garra e determinação. Além disto, a finalização dos açorianos continua muito desastrada. O Desportivo das Aves aproveitou isto e Pires, novamente, aos 59 minutos voltou a colocar o esférico no fundo das redes, reestabelecendo o resultado final.
Este Gil Vicente, este fantástico Gil Vicente, está mesmo destinado a roubar pontos aos primeiros classificados, salve o Braga. E, o inicio de jogo demonstrou mesmo isto: um Gil Vicente atrevido, com vontade de surpreender. Perante um Sporting pouco raçudo e aprisionado. Isto reflectiu-se no marcador, pois decorridos 13 minutos Diego Gallo encheu o pé e inaugurou o marcador. Era um prémio justo para o Gil Vicente. O primeiro lance de perigo criado pelos leões, apenas surgiu aos 22 minutos num remate de Schaars. Foi o primeiro e foi um dos poucos e só não foi o único, porque já perto do intervalo, Insúa de livre direto obrigou Adriano a fazer uma bela estirada.
Este foi um jogo sem grande história. A partida teve um sentido único: a baliza do Beira-Mar. O Benfica alcançou uma vitória clara e inequívoca. Vitória esta que começou a ser construída à passagem do minuto 26, quando Cardozo bateu Rui Rego pela primeira vez. O Benfica dominou por completo o jogo, e mesmo sem forçar muito, conseguia chegar com perigo à baliza adversária. Logo, foi sem grande admiração que chegou o segundo golo das águias. Desta feita, foi Nico Gaitán quem marcou, mesmo em cima do intervalo.
O F.C.Porto fez uma exibição longe da perfeição. Os "azuis e brancos" falharam vários passes, e foram pouco sólidos, e estiveram pouco concentrados. Porém, apesar do fraco jogo, os dragões até criaram perigo junto da baliza insular. Por outro lado, o Nacional esteve bem no jogo, atrevido, e criando várias oportunidades de golo, mas aí Helton foi gigante, e evitou vários golos à equipa madeirense. Os portistas bem podem agradecer ao guarda-redes brasileiro esta vitória. A Helton, e a Janko e Alex Sandro, que foram os autores dos golos, que ditaram que os três pontos viajassem para a invicta.
Dizer por último que o vencedor do Benfica X Chelsea vai enfrentar o vencedor do escaldante Barcelona X AC Milan.
Quanto ao Sporting, vai enfrentar os ucranianos do Metalist. Sorte para os leões, que apanham um dos adversários- em teoria- mais acessíveis que ainda estavam em prova. O jogos estão marcados para o dia 29 de Março e 5 de Abril, primeira e segunda mão respetivamente. O vencedor do Sporting Vs Metalist vai defrontar o vencedor do Shalke 04 Vs Atlético Bilbau.![]() |
| Man.Utd. foi totalmente arrasado pelo Atletico Bilbão. |
| Atlético Madrid despachou equipa de Carlos Carvalhal |
Manchester City este que na segunda parte desceu à terra, pois perdeu toda a falsa superioridade e foi à procura dos 4 golos que precisava. Neste segundo tempo, foi preciso sofrer, e sofrer muito para os leões. O Cty carregou intensivamente, e chegou ao golo ao minuto 60 por Aguero. Mas só este golo não servia de nada, e a equipa de Mancini continuou sobrecarregando impiedosamente o Sporting, e mais uma vez deu frutos: aos 75 minutos, numa grande penalidade cobrada com enorme classe, Balotelli fez o empate no marcador. Os citzens não iram ficar por aqui, e conseguiram chegar ao 3-2, aos 82 minutos, mais uma vez por Aguero. Ora, com o resultado em 3-2 era preciso apenas mais um golo para os ingleses para estes darem a cambalhota no marcador. Logo podem prever o que se passou neste minutos finais: emoção, intensidade, e muito sofrimento. Os sportinguistas aguentavam o coração, e suspiravam pelo apito final. Apito final este que chegou, mesmo depois de Rui Patrício ter negado o golo com uma excelente defesa a Joe Hart, guarda-redes do Manchester City.
A Federação Portuguesa de Futebol comunicou hoje, que não aprova o alargamento da Liga de 16 para 18 clubes.![]() |
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| Imagem "A BOLA" |
Desde de muito cedo, que o Sporting mostrou disposição e vontade em vencer, sendo que controlaram a primeira parte basicamente toda. Logo aos 4 minutos, Wolfswinkel esteve perto do golo, mas Nilson evitou-o com uma defesa atenta. Não marcou aos 4, marcou aos 21. Ricky Van Volfswinkel num remate fraco mas colocado, bateu Nilson. O holandês regressou assim aos golos. Lembre-se que a ultima vez que o avançado do Sporting tinha feito o gosto ao pé tinha sido no dia 24 de Setembro. Os leões tinham assim, concretizado o domínio em eficácia. O Guimarães reagiu, e à meia hora de jogo, João Alves isolado não foi capaz de bater Rui Patrício. A equipa do Minho desequilibrava quase sempre por Urreta, que deu muito trabalho a Evaldo. Era o melhor período do Vitória, que apostava em transições ofensivas velozes para levar o perigo a Patrício. Ainda assim, os leões não desarmavam, e podiam ter marcado aos 37 minutos. Valeu Nilson com uma grande defesa a remate de Capel.
Mas, rapidamente o Sporting quis acabar com as dúvidas de quem seria o vencedor neste encontro. Aos 50 minutos, Matias Fernadez aproveitou um mau corte de Bruno Teles, e ampliou a vantagem. A partir daí, o Vitória nunca mais foi o mesmo, tanto que a equipa de Rui Vitoria só fez um remate neste segundo tempo (por acaso este único remate foi uma excelente oportunidade de golo, desperdiçada por Edgar). O Sporting aproveitou isso da melhor maneira, e massacrou o adversário até ao fim com mais 3 golos. O primeiro destes 3, foi marcado por Izmailov de grande penalidade ao minuto 70. Os outros dois foram do regressado Jeffren. O primeiro do espanhol foi um remate em volley fantástico de fora da área, enquanto o segundo do ex-barça foi através de uma boa jogada individual já a um minuto dos 90.
Para este encontro, de destacar as entradas de Capdevila e Saviola no onze inicial "encarnado". A oportunidade de recuperar dois pontos em relação ao líder parece ter motivado os jogadores do Benfica, que no inicio do jogo mostraram atitude. Nos minutos iniciais, o Benfica foi melhor, inclusive teve uma excelente oportunidade de golo por Nolito. A equipa do Paços, tentava sair no contra-ataque, mas falhava sempre no último passe. O Benfica continuava na sua procura do golo, e esteve muito perto à passagem do minuto 25 : Saviola isolado, permite grande defesa a Cássio, na sequência do lance Bruno César cruza para a área, mas Cardozo não chega ao lance. Se o paraguaio calcasse um numero acima, tinha inaugurado o marcador. Não marcou o Benfica, marcou o Paços de Ferreira. Malgarejo, numa grande corrida pelo corredor esquerdo bate Maxi, cruza largo para Manuel José que remata Artur defende, mas na recarga Michel inaugura o marcador. O Benfica sentiu o golo, e nunca mais foi o mesmo. Os "encarnados" tinha mais bola, mas não faziam nada com ela. Tanto que, Cássio não voltou a ter mais trabalho neste primeiro tempo. Por outro lado, os "castores" lançavam contra-ataques venenosos, que muito trabalho davam a Artur.
Ao intervalo, Jesus colocou de uma rajada Nelson Oliveira e Gaitán. Mas, nos minutos iniciais foi o Paços de Ferreira que sufocou o Benfica. A equipa da casa dispôs de três excelentes oportunidades, e o Benfica estava encostado ás cordas, a sofrer. Por esta altura, era o Paços que estava mais perto do segundo golo, do que o Benfica do primeiro. Mas, o Benfica tem aqueles jogadores que fazem a diferença, e as "águias" chegaram ao golo num momento em que estavam a ser dominados. Grande Jogada de Nelson Oliveira na ala direita, cruza para área, Cardozo abre alas para Gaitán, que com um toque de classe fez o empate no marcador. Com o golo, a equipa da Luz cresceu e nunca mais voltou a perder o domínio do encontro. E, apenas 5 minutos volvidos, o Benfica iria voltar a marcar. Foi através de um livre cobrado de forma absolutamente fantástica, por Bruno César que colocou os encarnados na frente do marcador. O Paços de Ferreira não conseguiu reagir, enquanto o Benfica fazia o que queria do encontro. Se as coisas já estavam complicadas para a equipa da casa, mais complicadas se tornaram quando a 15 minutos do fim, Michel foi expulso por acumulação de amarelos. O Benfica ia jogando com o tempo, à espera do minuto final, por esta altura Artur era só um mero espectador no encontro. De realçar ainda mais uma expulsão na equipa de Calisto: Ricardo levou o cartão vermelho mesmo no final do encontro.