"André Ventura é a grande traição ao Benfica"
Há 13 minutos
A PAIXÃO DO FUTEBOL
A Suécia entrou para este jogo sabendo que já não podia seguir em frente, mas ainda assim, fez questão de terminar com um ar da sua graça. Por outro lado, a França só dependia de si para terminar em 1º lugar do grupo.
Mas antes disto, a Ucrânia tinha dominado toda a primeira parte. Os ucranianos não queria sair de cena, e durante todo o primeiro tempo foram superiores, tanto que ao intervalo, em vez do nulo, o marcador deveria estar activo para a formação azul e amarela.
Vamos então à 3º ronda de o Jogador "X"
Eriksen é um médio ofensivo com uma técnica bastante acima da média. Possui uma excelente capacidade de passe, visão de jogo e criatividade. Têm deliciado os adeptos do futebol com fintas soberbas, dribles estonteantes, e pormenores simplesmente incríveis. Por onde passa, espalha magia. Extremamente rápido, ágil, e muito forte no drible, faz com que os defesas tenham pesadelos com ele. Têm uma classe e uma maturidade impróprias para um jovem da sua idade, o que o faz comandar o futebol ofensivo da sua equipa. É um assistente de luxo, mas além de assistências, também conta no currículo grandes golos, pois aparece no sitio certo, quer para assistir, quer para finalizar. É um autentico malabarista com a bola nos pés.
À entrada para este jogo, e prevendo a vitória italiana, a Croácia necessitava de vencer, enquanto que à Espanha bastava não perder. Ainda assim, os croatas não entraram decididos no jogo, sendo que a primeira parte foi de controlo espanhol. Sim, o domínio era espanhol, mas nostros hermanos não forçaram muito. Porém, a segunda parte trouxe uma Croácia atrevida e ofensiva, talvez porque no outro encontro a Itália já vencia, e assim sendo eles estavam fora. Claro que a posse de bola da Espanha foi avassaladora, mas foi a Croácia quem dominou e teve as melhores oportunidades de golo. Todavia, Casillas foi enorme, e os espanhóis bem podem agradecer a ele a manutenção no Euro. A ele, e ao Senhor Wolfgang Stark, e consequentemente, ao do costume ... o Monsieur Platini. O árbitro do encontro negou duas grandes penalidades claras à Croácia, provavelmente por falta de nome. Já perto do final, a selecção de Steven Bilic nada tinha a perder e balanceou-se no ataque, deixando espaços. Espaços estes que foram aproveitados pela selecção espanhola que mesmo ao cair do pano, num lance polémico, o recém entrado Jesus Navas inaugurou o marcador e selou a passagem aos quartos do final.
A Alemanha fez o pleno. A equipa de Joachim Low bateu a Dinamarca por 2-1, num jogo onde deu ideia que se os alemães acelerassem, pouco os dinamarqueses podiam fazer. Foi um jogo de nervos, com alguns momentos de equilíbrio, mas com a Alemanha a conseguir uma vitória justa. Vitoria esta que começou a ser construída ao minuto 19. Lukas Podolski, na sua 100º internacionalização (sendo o jogador mais novo de sempre a conseguir este marco) recebeu uma bola atrasada na área, e não perdoou, fazendo o 1-0. Todavia, os pupilos de Olsen voltariam a colocar tudo empatado cinco minutos depois. Krohn-Dehli, após assistência de Bendtner, colocou tudo empatado outra vez. O golo que iria fechar as contas no marcador aconteceu a 10 minutos do final. Bender isolado, não desperdiçou e deu a vitoria à sua selecção.